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Algar Telecom cria centro de inovação digital com foco em novos produtos e negócios

Batizado de Brain, novo centro marca o início da evolução da companhia rumo à inovação disruptiva e transformação de seu modelo operacional

09 de Agosto de 2017 - 15h09

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, iniciou as operações nesta terça-feira, 8, do seu centro de inovação digital, que terá como foco criação de novos produtos e novos modelos de negócio. Batizado de Brain, o o espaço está localizado em Uberlândia, no interior de Minas Gerais, e, segundo a empresa, marca o início de sua “evolução rumo à inovação disruptiva e da transformação de seu modelo operacional”.

O centro vai atuar em quatro “avenidas”: Internet das Coisas (IoT), segurança cibernética, computação em nuvem (SaaS) e digital. “Já temos quatro projetos em andamento no Brain. Por enquanto, a prioridade é o desenvolvimento de soluções de tecnologia da informação e comunicações [TIC], voltadas para o segmento B2B”, afirma o disruptive salesman, Osvaldo Carrijo. “Porém, nossa meta é ultrapassar fronteiras e atuar com inovação em outras indústrias”, completa.

Nesse primeiro momento, os projetos, que serão selecionados por um comitê executivo, visam pavimentar algumas tecnologias para dar robustez ao trabalho e possibilitar ações mais disruptivas no futuro. “As ‘avenidas’ escolhidas têm sintonia com a jornada digital da Algar Telecom e estão interligadas. Não podemos pensar em IoT, por exemplo, sem levar em consideração a segurança”, explica Carrijo.

Parcerias de inovação

Segundo o executivo, a cultura da empresa, que tem a inovação como pilar estratégico, é buscar parcerias. “Este é o conceito básico do Brain. Vamos atuar por meio de parcerias estratégicas com grandes organizações, universidades e startups. Entendemos que esse é um caminho promissor, que proporciona vantagem competitiva para ambas as partes e beneficia a economia do país”, ressalta.

A opção por atuar com foco no B2B não é por acaso. Desde 2015, a Algar Telecom investe na expansão geográfica de sua operação neste segmento, em cidades das regiões centro-oeste, sudeste e sul. A ideia é aliar a expertise da companhia em conhecimento, relacionamento e fornecimento de serviços TIC a esse público, com parceiros que tenham know-how no desenvolvimento de tecnologias, visando à criação de soluções específicas para grandes, médias e, principalmente, pequenas empresas.

O trabalho será realizado utilizando a metodologia Agile, denominada Scrum, cujos pilares são transparência, inspeção e adaptação. Profissionais multidisciplinares formarão os chamados squads, que terão duração de quatro a seis meses. Esse formato permite um desenvolvimento mais dinâmico e focado, com entregas rápidas.

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Os associados [como são chamados os funcionários da empresa] vão se desvencilhar totalmente das suas atividades do dia a dia para se dedicarem exclusivamente ao projeto. O objetivo é que esse método seja difundido em todas as áreas da Algar Telecom. “O Brain vai subsidiar a mudança de toda estrutura de organização”, enfatiza Carrijo.

DNA brasileiro

A construção de um centro de inovação em Uberlândia, cidade onde está localizada a sede da companhia, vai fortalecer o ecossistema de inovação na região e no estado. Segundo o Sistema Mineiro de Inovação (SIMI), existem hoje 121 centros de pesquisa, parques tecnológicos, incubadoras, polos de excelência e inovação, NITs, entre outras instituições atuantes. A maioria delas faz parte de universidades ou órgão públicos.

Para Carrijo, a iniciativa da Algar Telecom, uma instituição de ciência e tecnologia privada, vai somar esforços e contribuir não só para o ecossistema mineiro, mas de todo o Brasil. “A companhia nasceu, acredita e investe no País. Vamos além, ao formar parcerias para simplificar, digitalizar e melhorar a vida das pessoas.”